“Para libertar o cativo é preciso dar um
nome ao cativeiro.”
- Brennan Manning -
Inveja. Mentira. Ganância. Medo.
Calúnia. Autoimagem.
Qual é o teu cativeiro?
Vivemos num mundo de aparência, onde a
coisa mais importante é parecer “o santão”, “o certinho”, “o irrepreensível”.
Mas... #sqn!
O legalismo tem nos afastado do
Evangelho da Graça e nos aprisionado num mundo totalmente sombrio, onde temos
de buscar a aprovação do Senhor, e dos homens (principalmente dos homens,
claro!) para que no sintamos bem. Mas... Espera aí, tem alguma coisa errada, não?
O reconhecimento de que somos pequeninos
diante de tão grande criação de Deus, e de que somos falhos, repreensíveis e corruptos,
nos aproxima tão sinceramente do coração do Senhor que até nos assusta. Mas,
muitos de nós, não reconhecemos nossas fraquezas (e isso me inclui)!
Quando negamos a nós mesmos que somos
falhos, mesmo sendo criados para a pureza e adoração, colocamo-nos num
pedestal. O “eu”(zinho) se enche e fica com aquele “peitinho de pombo”, todo
pompozinho, achando que depende apenas de si mesmo para chegar à salvação,
sabe? A soberba passa a humildade; o “eu sou” passa o “Deus me fez”... O foco
passa a ser “o que as pessoas vêem de mim”.
Nasce o Narciso. E, minha gente, Narciso
morreu afogado por se contemplar demais! Quantos de nós não estamos, agora,
afogando? Quantos de nós, agora, não estamos presos aos fracassos, aos medos,
e, mesmo assim, criando máscaras de que somos os “sempre fiéis”, os “magníficos
da fé”?
A epístola de Tiago nos convida: “confessai
os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros” (Tg 5.16). Nesse versículo,
não apenas somos convidados a tirar nossas máscaras, como, também, a entrar em
plena comunhão com nosso irmão.
Ser Igreja, não é caminhar sozinho,
carregando o fardo completo do pecado, do medo, da preocupação; ser Igreja é
caminhar encangado* (como diria o Pr. Daniel) com o irmão, orando e vigiando.
E confessando os pecados, porque onde está o pecado, nomeia-se o cativeiro. E
onde há oração, o cativeiro é destruído.
E agora eu pergunto: vai ficar aí,
preso?